Todos os anos, os apaixonados pela inovação arquitectónica participam na “eVolo Competition”.
O júri é composto por especialistas nos campos da arquitectura e design, que se reúnem para escolher os concorrentes com as ideias mais extraordinárias no que diz respeito à redefinição do design de arranha-céus. Para tal, os participantes deverão recorrer às novas tecnologias, materiais, programas, estética, e organização espacial, assim como estudos em áreas como a Globalização, flexibilidade, adaptabilidade e revolução digital.
Para alem das menções honrosas existem ainda os chamados “Waterscrapers” um conceito de edifício inovador, semelhante a um arranha-céus mas que se situa na água e que cresce da superfície para o fundo do mar. Estes edifícios ajudam a limpar derrames de petróleo e a dessalinizar a água do mar, são autênticos arranha-céus invertidos que constituem cidades utópicas, com torres de reciclagem e enormes edifícios capazes de armazenar a energia solar, cemitérios verticais, parques de diversões, quintas de peixes, e até montanhas vivas para os climas mais desérticos.
Outras propostas procuram aproveitar as mais recentes tecnologias na construção de edifícios e design para desenvolver estruturas amigas do ambiente e edifícios auto-suficientes.
O Júri elegeu três vencedores e 32 menções honrosas. A revista eVolo recebeu, no total, 715 projectos de todos os 5 continentes e de mais de 95 países diferentes.
O Pódio:
O primeiro lugar foi entregue ao Atelier CMJN (Julien Combes, Gaël Brulé) da França pelo seu “LO2P Recycling Sckycraper” em Nova Deli, na Índia. O Projecto foi desenhado como uma turbina de vento em grande escala que filtra o ar poluído com uma série de membranas que recolhem as partículas do ar.
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O segundo lugar foi entregue a Yoann Mescam, Paul-Eric Schirr-Bonnans e Xavier Schirr-Bonnans, também da França, por um projecto de arranha-céus horizontal em forma de cúpula, capaz de recolher a energia solar e aproveitar as águas das chuvas, para além de preservar o tecido urbano existente ao nível do solo graças às suas enormes clarabóias.
O terceiro lugar ficou para Yheu-Shen Chua, do Reino Unido, pelo seu projecto que reinventa a barragem de Hoover, nos Estados Unidos, como um arranha-céus inabitável que une no mesmo espaço a barragem e uma galeria, aquário um miradouro que interage com a queda de água directamente.
Fontes: http://www.evolo.us/








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