Entrou diretamente para a nossa wishlist e a prova está aqui. Depois de nos apaixonarmos perdidamente pela nova carteira da Furla, está na altura de desvendar todos os processos por detrás da construção de um ícone.

A Furla Bellaria, a nova mini crossbody da coleção Outono/Inverno 2018, foi inspirada no mundo da escalada. Para dar início ao seu processo de construção, o artesão verifica cuidadosamente se dispõe de todos os componentes de modo a iniciar a montagem da mala – as peças em couro, a placa de metal preta que suporta o logótipo Furla, a fivela e os pequenos acessórios em metal são elementos indispensáveis.

Devido à sua estrutura, a construção da mala é complexa e envolve diversas etapas de montagem. Na verdade, o artesão passa mais de um dia a aperfeiçoar cada mala. Em primeiro lugar, monta as duas partes da mala pressionando-as com um martelo, de seguida coloca cola em cada canto da mala; finalmente para terminar, faz pressão com uma pinça. O passo seguinte consiste em dar forma e força à mala. Para tal, o artesão posiciona o couro por baixo da máquina de costura para unir os dois lados da mala.

A mala é, então, aperfeiçoada com a coloração dos lados em preto. A mala é cuidadosamente colocada no rolo do forno onde permanece por alguns minutos para secar. Para finalizar e aperfeiçoar os acabamentos da mala, o artesão utiliza algumas máquinas específicas, responsáveis por dois procedimentos: a Liscatura e Scardatura. Nesta fase, a construção da mala está praticamente completa. A placa de metal preta e a fivela são fixadas ao couro com parafusos e a carteira está pronta a ser usada!